“Viajando na MARIOnese”

“GANHA PÃO”: Agente Imobiliário. HOBBY:inventar objetos, bolsas, relógios, brinquedos, etc… São quase 13 mil criações de livre uso, divididas em 68 temas. /mariokerber@terra.com.br /(51) 8192-0019. Veja YouTube entrevistas na TV.

3/8/08

Teia

criado por mariokerber    22:44 — Arquivado em: Bizarras

Vícios

Meus vícios são tão bons… não ouso divulgar para não causar inveja. Rsrsrsrsrs

criado por mariokerber    22:25 — Arquivado em: Bobagens

Maridos

De tanto ver mulheres se queixando de maridos, dei graças deixar de ser um deles.

criado por mariokerber    22:21 — Arquivado em: Bobagens

2/8/08

Luvas métricas

criado por mariokerber    23:21 — Arquivado em: Práticas

Bota com garras

criado por mariokerber    23:19 — Arquivado em: Bizarras

Árvore na cruz

criado por mariokerber    23:16 — Arquivado em: Ecologia

Vidas

    “Vidas especiais” é o titulo de hoje no jornal Zero Hora, escrito por Nilson Souza, onde faz um relato sobre o livro que acaba de ler: “Caso Perdido”, de Carl Hiaasen. Trechos: … quero aproveitar o gancho do livro para comentar essa integrante área do jornalismo, que é a seção de obituários.. .. É um espaço que serve de escola para jovens repórteres Ao encarar o desafio de transformar em notícia interessante o pensamento de pessoas comuns, eles e elas aprendem a investigar, a questionar as fontes, a produzir pequenas biografias e, o mais importante, a tratar a morte com dignidade. Não é difícil, as pessoas sempre têm boa vontade para passar as informações e deixar o registro de seus familiares- me garante a colega Sabrina, que tem 21 anos e escreve diariamente sobre o fim da vida.”
    “Digo-lhe que sou seu leitor. Não por morbidez, mas porque é um dos poucos espaços do jornal onde se encontra gente boa. Nas páginas policiais predomina o crime. Na política e na economia não é muito diferente…. Nunca li um epitáfio desfavorável. O obituário, na verdade, não noticia a derradeira viagem das pessoas. Informa sobre a saudade instalada no coração dos que ficam.”
    Este texto do Nilson remete a pergunta: como gostaríamos de ser lembrados? Você gostaria de deixar escrito algo para este momento, ou prefere que alguém escreva? Ou não gostaria que escrevessem?
No meu obituário, que será um obituMário, poderão escrever o que quiserem, mas a família está autorizada a acrescentar o que já sabem, e que constará na minha lápide, ou seja:
    De vez em quando venham tomar um cafezinho comigo, já que não posso sair daqui.

27.06.1948            ________/_____ / _______
                            Data do infausto acontecimento

criado por mariokerber    21:15 — Arquivado em: Crônicas

Ostra

    “OSTRA FELIZ NÃO FAZ PÉROLA”. A ostra para fazer uma pérola, precisa ter dentro de si um grão de areia que a faça sofrer. Sofrendo a ostra diz para si mesma: “ Preciso envolver essa areia pontuda que me machuca com uma esfera lisa que lhe tire as pontas…” Ostras felizes não fazem pérolas… Pessoas felizes não sentem a necessidade de criar. O ato criador, seja na ciência ou na arte, surge sempre de uma dor. Não é preciso que seja uma dor doída… Por vezes a dor aparece como aquela coceira que tem o nome de curiosidade . Este livro está cheio de areias pontudas que me machucaram. Para me livrar da dor, escrevi. O texto acima está na contracapa do livro “OSTRA FELIZ NÃO FAZ PÉROLA”, do escritor Rubem Alves, antropólogo, teólogo, sociólogo, mais de 15 livros escritos, mas… meu contraponto:
    Também se cria para se livrar das areias pontudas, mas a dizer que “ostras felizes não fazem pérolas”, e que “ pessoas felizes não sentem a necessidade de criar”, é um exagero, porque se cria do nada, se cria feliz, se cria em qq circunstância e se cria brincando. Por exemplo, posso estar em casa vendo tv, de repente canso de ver tv, e digo para mim mesmo: agora vou criar umas luminárias. E começo a escrever e rabiscar. Outro dia qualquer, também imagino que estou há algum tempo sem criar vestidos e sapatos, paro, penso e vou criando. Crio tomando café com um amigo, ou numa roda de freixenet, ou no chuveiro(de onde às vezes saio correndo para tomar nota da idéia que veio a mente, ou fico repetindo em voz alta o que imaginei, até sair do banho e pegar papel e caneta).
       Eu crio com inspiração, sem inspiração, com dor, sem dor, estou sempre criando( entre bolsas e luminárias foram  75 num dia de recorde,) frases, crônicas, charges, objetos, moda, veículos, propaganda, slogans, brincos,  relógios, calçados, vestidos, esculturas,  pés-de-mesa, coisas bizarras, recicladas, práticas e humor, muito humor. 
    Mas… cada um, cada um.

criado por mariokerber    9:07 — Arquivado em: Crônicas
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