22/6/08
Uma mulher
Mulher que trabalha
Mulher que batalha
Não esconde peso
Nem idade
Autêntica
Falante
Dançante
Encanta
Quero
No colo
Acaricio
A pele de seda
E…suas rugas
Mulher que trabalha
Mulher que batalha
Não esconde peso
Nem idade
Autêntica
Falante
Dançante
Encanta
Quero
No colo
Acaricio
A pele de seda
E…suas rugas
Percebo que nos relacionamentos de hoje, há muito pouca tolerância e essa é uma virtude que pode ser cultivada por qualquer ser humano, independentemente de sexo. É claro que as mulheres estão sobrecarregadas e os homens não querem mais essas loucas que tem que cuidar de filhos, da casa, trabalhar oito horas por dia, estar em dia com a manicure e para completar tolerar alguns dias de TPM por mês….(eu queria ver um homem sob efeito da TPM por alguns minutos!!!) Com o dia a dia agitado, sobra pouco tempo para o diálogo que é uma ferramenta fundamental para construir qualquer relação saudável. Eu acho que a solução, como diria um português, seria: mulheres a meditar mais e homens a desejar menos. É a equação perfeita. (…………………………..) comentário de internauta sobre a crônica "Salutar", postada aqui dia 07.06.08
Mar não precisa asfalto. No mar não precisa viaduto. No mar não precisa ponte.
No Brasil temos 8.000 km banhados pelo Oceano Atlântico e porque não se utiliza muito mais a via marítima para transporte de cargas e passageiros?
São 11 capitais, e 3 cidades de importância, que estão situadas no litoral brasileiro. Vamos relembrar:
Rio Grande
Florianópolis(capital)
Paranaguá
Santos
Rio de Janeiro(capital)
Vitória(capital)
Salvador(capital)
Aracaju(capital)
Maceió(capital)
Recife(capital)
João Pessoa(capital)
Natal(capital)
Fortaleza(capital)
São Luis (capital)
O que fazer? Aparelhar um pouco melhor os portos e fazer concorrência pública para a entrega de concessão de rotas. Benefícios: menos poluição(comparando com ônibus, caminhões, automóveis) menos obras(asfalto, viadutos, túneis e pontes), é mais rápido implantar “estradas e ferrovias no mar”, custo de implantação bem menor do que rodovias e ferrovias, e menos tempo de deslocamento.
Num país que não tem grandes tempestades, furacões, terremotos, é inadmissível não ter o transporte marítimo como uma alternativa super econômica e ecologicamente muito mais correto.
Não implantar, mesmo que paulatinamente, não interessa a quem?
Ontem foi o Dia Internacional dos Perturbados- não sabia. Recebi e-mail com muito humor e é fácil concluir que todos nós somos perturbados, alguns mais(o que às vezes nos deixa com vergonha) e outros menos(são os zen vergonha). Falando sério: tudo o que nos aborrece e nos perturba é um processo mental, que cabe a cada um de nós deletar, ou conviver. Às vezes deletar demora, outras é quase instantâneo. Cada um com seus mecanismos. Às vezes, convive-se com algumas das perturbações até os últimos dias, mas não deveríamos deixar que atrapalhasse o dia-a-dia, seja com nós mesmos, ou com os outros. Mas… daí já é sabedoria, que normalmente adquire-se com mais tempo. Ou………. só cai a ficha(ou entra o cartão)na tumba - admitindo-se a energia que ainda paira no ar. Neste caso, será um "pouco" tarde.
Tuas entranhas
Minhas
Minhas entranhas
Tuas
Penas, mágoas
Ingratidões, frustrações
Decepções, loucuras
Ciúme, amor
Amizade, raiva
Ódio, posse
Raiva, surtos
Orgulhos, penúrias
Falsidades, hipocrisias
Inexperiências, razão
Experiências, projetos
Sonhos, romantismo
Perenidade, arrependimentos
Impaciência, silêncios
Olhares, entregas
Coração, paz
Carinho, aconchego
Emoção, confiança
Paciência, sedução
Botão, rosa
Intimidade, altruísmo
Passado, presente
Futuro enfim
Vivem a dizer: “homem não presta”. Outra: “mulher, bicho complicado”. Esta não é tão popular, mas também se ouve com freqüência.
Recentemente Jabor escreveu artigo entregando os homens e suas peripécias, brincando no final do texto que achava que não teria coragem de mostrar a crônica para sua mulher.
Esta crônica, talvez, contenha algumas blasfêmias na ótica feminina. E blasmachos na ótica masculina. Gosto de intrigar e gosto do contraponto. Portanto…escrevam.
Acompanhem o raciocínio. As mulheres de hoje, as que estão na faixa de 30 a 40, com exceções, as que não tiveram um casamento nos moldes tradicionais, e que não tiveram filhos, ainda sonham com isso, e se frustram muito quando não conseguem, uma, ou as duas coisas. Deixo claro que as exceçoes são daquelas que resolveram investir na profissão, por exemplo, mas a maledeta educação feminina deixou a maioria com outros parâmetros. O que aconselho(pequeno atrevimento) é que cada mulher que se sente frustrada com isso, que possa, que tente criar para si um rico universo próprio. Estou falando das mulheres que tem opções, porque a maioria das brasileiras, em razão das suas precárias condições de vida, com má educação e má saúde, nem tem tempo de se preocupar. Elas estão preocupadas em atender suas necessidades básicas de sobrevivência. Falo das que tiveram acesso as boas escolas, tem uma renda razoável- essas, só essas. Essas que não investiram no trabalho, podem aprender a cantar, fazer dança de salão, viajar, tentar desenvolver um hobby prazeroso, enriquecer sua vida até com ações de voluntariado. Mas não fiquem achando que o homem está ali disponível, pronto para amar eternamente e lhe dar filhos e que lhe farão felizes para sempre. O excesso de romantismo assusta alguns homens. Mas quem sou eu para condenar. " O que é do gosto regala a vida".
E têm aquelas que passam casadas 20,30, 40 anos, mesmo tendo uma vida de cão. Marido não é atencioso como elas gostariam, os programas são muito mais separados do que juntos. E dá-lhe frustração! Se têm filhos vão postergando a relação, aos trancos e barrancos, tudo em nome dos filhos, o que é nobre, mas denota a falta de opções melhores, porque as mulheres, estas mulheres mais antigas, não tiveram em geral, as mesmas condições no mercado de trabalho e não tiveram recursos suficientes para “chutar o balde” e alugar um apartamento(levando seus filhos ou não) e ir viver sua vida de um jeito melhor.
Tem aquelas que casam cedo e imaginam ter achado o príncipe encantado. Depois têm os filhos, os hábitos encarnados e encanados do dia-a-dia, as frustrações de ambos, que reclamam da mesma coisa;”você era assim, mas não é mais”. As pessoas mudam! Aprofundar este item não me atrevo.
Grande parte dos meus amigos são mulheres. Gosto de Charles Aznavour quando diz: “ muito melhor ter com a mulher uma amizade apaixonada, do que uma grande paixão- porque uma amizade apaixonada é menos do que o amor e bem mais do que a amizade- e dura para sempre”.
Não tenho dúvida hoje(porque as dúvidas norteiam meus inconformismos): é o segredo para relações mais saudáveis.
Na nossa mui leal e valorosa… se você vê um policial caminhando na sua calçada, é bem provável que ele esteja perdido.
Vejo as estrelas
A lua
Sinto teu cheiro
E fico sem respirar
Que adianta escrever
Sinto, sinto
O poço é fundo
A água molha os pés
Não chega mais na cintura
E no peito
Onde ainda arde a chama